| Ana Boa-Ventura | “Tudo na vida se inter-relaciona numa teia confusa. A natureza da vida é isso mesmo. É por isso que uma história é ao mesmo tempo simples, e maravilhosamente complicada. Confusões emaranhadas são tão divertidas! Histórias são emaranhadas por natureza… e as tecnologias que as compilam, analisam e filtram têm o poder de simplificar em excesso essa deliciosa confusão ou aceitá-la tal como ela é.”
É investigadora em humanidades digitais. Foi para os EUA com uma bolsa da Fulbright e aí tem vindo a interessar-se pelo impacto da computação em larga escala nas artes digitais. Os seus interesses em investigação incluem o estudo do impacto dos media sociais na comunicação intercultural em comunidades online. Trabalhou em Digital Storytelling em vários contextos de investigação prática. É especialista no desenho e construção de plataformas interativas de colaboração. Nesta área o seu trabalho tem-na levado a sítios tão exóticos como Dar es Salaam (Tanzânia) no desenho da colaboração de uma comunidade de académicos que integra três continentes. Colaborou e geriu vários programas internacionais envolvendo tecnologias de informação no Brasil, Canadá, México, Portugal, Espanha, EUA e Venezuela. Mestre em Ciências da Educação (Universidades de Mons/ Valenciennes e Aveiro) realizou extensa formação de professores e formadores no Projeto Minerva e no Depto. de Didática e Tecnologia Educativa na Universidade de Aveiro. A convite do Conselho da Europa – Programa Pestalozzi – realiza formação de formadores em media sociais para a participação democrática e faz parte de um think tank em media sociais e direitos humanos, também no âmbito do Conselho da Europa. |
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| Helena Lopes | “Sempre procurei ouvir as pessoas e as suas histórias que tenho procurado documentar usando todos os meios em que desenvolvi competências – escrita, filmes documentais, fotografia, internet, produção, pesquisa. Mas agora num mundo em mudança, utilizando os novos media, já posso também ajudar as pessoas contarem as próprias suas histórias.”
É autora e coautora de três filmes documentais. O seu filme “A Companha do João da Murtosa” obteve quatro prémios e duas menções honrosas em festivais internacionais. É também coautora do livro documental “A Safra” e da exposição itinerante “Arte Xávega, a pesca do grande areal” patente na Expo 98. Como jornalista foi redatora do jornal “O Independente”, correspondente da “Visão” nos EUA e free lancer em diversas publicações. Realizou trabalhos de grande reportagem, escrita e fotografia, em diferentes países e recebeu um 1º Prémio Revelação Reportagem do Clube Português de Imprensa. Foi incluída numa antologia do jornalismo português de imprensa, 1986-96. Experiente na produção de filmes e eventos como o Prémio Fotojornalismo Visão BES 2007, de que também foi assessora de imprensa em 2007 e 2008, tendo editado o website do Prémio. No ISCTE realizou uma dissertação de mestrado em Comunicação, “Estórias da vida” sobre digital storytelling, redes sociais da internet e literacia. Teorias que atualmente leva à prática como consultora e facilitadora de projetos de comunicação em ambientes empresariais, educativos e também na área social e cultural. |
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| Inês Rodrigues
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Com estudos em Direito, jornalista e produtora de televisão, com experiência em rádio e ENG – Electronic Gathering News, trabalhou para os principais canais de televisão em Portugal, em noticiários e programas de informação. Colaborou com diversas produtoras independentes de televisão, produzindo, escrevendo e editando reportagens, histórias e filmes institucionais. Na área da comunicação de eventos, foi responsável pela sala de imprensa dos Campeonatos do Mundo de Vela Olímpica – Cascais 2007. Integrou também o Gabinete de Comunicação do Alto Comissariado para a Imigração e Minorias Étnicas, onde desenvolveu um trabalho de sensibilização do público face ao aumento da diversidade cultural em Portugal. Atualmente é consultora independente de comunicação na área dos novos media e tem vido a explorar o conceito do Digital Storytelling, disseminando-o em contextos tão variados como a área social, escolas, museus e empresas. |


